Marechal Deodoro da Fonseca
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Hino à Proclamação da República Melody - Leopoldo Miguez Letra - José Joaquim Medeiros de Albuquerque Seja um pálio de luz desdobrado Sob a larga amplidão destes céus Este canto rebel que o passado Vem remir dos mais torpes labéus. Seja um hino de glória que fale De esperanças de um novo porvir! Com visões de triunfos embale Quem por ele lutando surgir! Liberdade! Liberdade! Abre as asas sobre nós! Das lutas na tempestade Dá que ouçamos tua voz! Nós nem cremos que escravos outrora Tenha havido em tão nobre país Hoje o rubro lampejo da aurora irmãos, não tiranos hostis. Somos todos iguais! Ao futuro Saberemos unidos levar Nosso augusto estandarte que, puro, Brilha avante da Pátria no altar! Liberdade! Liberdade!... Se é mister que de peitos valentes Haja sangue no nosso pendão Sangue vivo do herói Tiradentes Batizou este audaz pavilhão! Mensageiros de paz, paz queremos, É de amor nossa força e poder, Mas da guerra nos transes supremos Heis de ver-nos lutar e vencer! Liberdade! Liberdade!... Do Ipiranga é preciso que o brado Seja um grito soberbo de fé! O Brasil já surgiu libertado Sobre as púrpuras régias de pé! Eia pois, brasileiros, avante! Verdes-louros, colhamos louçãos! Seja o nosso país triunfante Livre terra de livres irmãos! Liberdade! Liberdade! * * * |
Bandeira Imperial do Brasil (1822 – 1882)
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Primeira Bandeira da República - Novembro de 1889
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Segunda Bandeira da República - 1889-1960
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A Bandeira atual
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